La Economía política de la industrialización a través de la substitución de importaciones en América Latina. - Albert O. Hirschman – in resumo 2.
[Texto 2ª] A fase de crescimento dos países fora da América Latina durou desde o século XIX até a Grande Depressão. Somente com o manifesto de Prebish é que a América Latina começou sua fase crescimento. O crescimento latino americano deu-se através do fortalecimento do mercado interno obtendo sucesso durante a década de 50, porém estancou nos anos 60. Apesar do suposto fim do crescimento, países como Venezuela, Equador e América Central obtiveram avanços econômicos através do aumento de exportações de produtos como o petróleo, bananas, farinha de pescado e algodão.Através do crescimento do mercado interno, surgem as indústrias e há uma redução gradual de produtos importados e aumento das exportações. Com isso, muitos países com uma política de desenvolvimento, começaram a gerar medidas protecionistas, através de crédito e política fiscal e pressões sobre as companhias importadoras estrangeiras para produzirem em nível nacional. Os controles pretendem que se continue importando apenas os bens mais necessários, eliminando o custo dos não essenciais para que desta maneira a produção interna seja lucrativa.A industrialização mais tardia nesses países consistiu a princípio em importação e imitação de processos já experimentados e seguros, por isto, as maiorias das novas indústrias se encontram no setor de consumo com processos conhecidos, a base de insumos
e maquinarias importados. O processo de substituição dos produtos importados é realizado progressivamente até que o país tenha sua capacidade própria, porém, a industrialização muito tardia não trouxe os mesmos resultados da industrialização anterior em outros países, causando desilusão nos latino americanos que acreditavam que a industrialização seria um meio para modernizar e transformar suas sociedades. Há também o processo de industrialização que se inicia através da restrição das importações disponíveis, seja por causa de guerra ou problemas na balança de pagamentos. Nesse caso, os importadores nacionais e as empresas estrangeiras exportadoras são os principais promotores das empresas industriais. Além disso, na América Latina, os interesses industriais não trazem influencia política e prestigio social, talvez pelos tipos de indústrias características nas primeiras fases de industrialização, já que geralmente seus empresários só pretendem abastecer o mercado interno.Apesar de tudo, a industrialização tende a estagnar depois de seus primeiros êxitos e extravagâncias devido ao esgotamento de oportunidades fáceis da substituição das importações, deixando a economia com empresas industriais de custo alto e balanças de pagamento vulneráveis, já que agora as importações consistem em produtos e serviço indispensável para manter a produção com novas maquina e reparação das mesmas.Também são afetadas pela dificuldade, após a fase de substituição de importações, de se converterem em indústrias exportadoras. As causas disso devem-se a falta de aprendizagem, a ausência de inovações tecnológicas e ao clima pouco favorável para realizar investimentos em direção àquelas que fomentam as exportações. Além disso, a exportação enfrenta obstáculos institucionais e políticos, além dos meramente econômicos.
_do autor; Hirschman, Albert O. - La Economía política de la industrialización a través de la sustitución de importaciones en América Latina.
_das imagens; Obras de OSWALDO GUAYASAMÍN.

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